quarta-feira, 11 de abril de 2012

Samba e Filosofia


O Preto Chique
         No início do ano de 2010, o compositor-músico Pires fica conhecido como Preto Chique, desenvolvendo seu trabalho, apresentando-se em casas de espetáculo e cultura em eventos onde a música de samba de raiz, samba rock e samba jazz são prestigiados pela população e turistas da cidade do Natal.
         O Pires – Preto Chique vem com nova roupagem em carreia solo, com novos integrantes, interpretando músicas de sambistas de referência nacional e músicas de sua autoria mostrando que na cidade do Natal, o artista mostra a sua diversidade musical na cultura do estado resgatando a origem do samba em nosso país.


O Projeto
         Preto Chique apresenta o projeto Samba e Filosofia, interpretando os compositores da Música Popular Brasileira Paulo Cesar Pinheiro e João Nogueira que contam em suas músicas histórias encontros e desencontros, angústias e paixões, sofrimentos e superações de indivíduos apaixonados pela vida, os brasileiros.
         O Samba e Filosofia acontecerá em um ambiente de conversa e leitura, no espaço cultural Livraria Siciliano (Midway Mall).

        


segunda-feira, 5 de março de 2012

Samba Jazz


  
         Samba-jazz (ou samba jazz) é um gênero do samba considerado por alguns críticos como o jazz brasileiro, ele nasceu de uma fusão entre samba e o Jazz criado na década de 60. Com a chegada do cinema norte americano e após a segunda guerra mundial fomos influenciados pelos costumes americanos, incluindo a música (samba rock, sambalanço), danças e muito mais. É curioso ressaltar que Noel Rosa retrata a preocupação dessas influencias em uma de suas composições (não tem tradução). O grupo Preto Chique começa este ano dando continuidade a um projeto que teve início no ano passado, trazendo para seu repertório alguns dos maiores interpretes e  compositores do samba jazz como: João Nogueira, Elis Regina, Emilio Santiago e Sérgio Mendes , Elza Soares e mais alguns fenômenos da nossa música .

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A MÚSICA POPULAR (Por Gabriela Portilho)

   A partir de 1930, nos Estados Unidos, a música popular passou a ser um fenômeno de proporções continentais. Os grandes programas de rádio eram ouvidos de costa a costa, facilitando o aparecimento de novos artistas e mitos da comunicação. As condições técnicas para gravação de discos e transmissões de longa distância vinham sendo aperfeiçoadas com muita velocidade desde o início do século XX, fazendo com que a qualidade do som também se tornasse um produto.O estilo musical em ascensão, em meados dos anos 30 era o swing, estilo de jazz próprio para dançar, logo adotado pela mídia que precisava estimular a população (esmagada pela recessão desde a queda da bolsa em 29) a consumir e se divertir.


     A primeira gravação de um samba deu-se em 1917, com Pelo telefone. Registrado e cantado por  Donga, a música, entretanto, era uma criação coletiva de instrumentistas, cantores e compositores que se apresentavam em bares, cinemas, festas, casas de família ou casas noturnas da capital federal. O novo gênero era uma mescla temperado pela criatividade de músicos profissionais. Não se pode atribuir ao samba um caráter de criação folclórica ou totalmente popular, embora tivesse raízes nos ritmos preferidos pelos pobres (especialmente os negros) do Rio de Janeiro.
O novo gênero expandiu-se de maneira rápida nos carnavais da década de 20 e alçou-se nacionalmente através do rádio e do cinema, nos anos 30, quando uma esfuziante safra de talentos criou melodias e canções inesquecíveis.


Coube a Noel Rosa consolidar o samba através de uma sofisticada veia lírica, que se somou à irreverência do espírito carioca e ao registro realista dos costumes urbanos. Apesar de ter vivido apenas 27 anos, legou-nos um punhado de obras-primas: Palpite infeliz, Conversa de botequim, Feitiço da Vila, Até amanhã, Pastorinhas, O  orvalho  vem caindo, entre outras.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Diálogos Criativos



 O projeto cultural Diálogos Criativos conclui sua edição deste ano em grande estilo, com uma proposta até agora inédita em Natal: a SEMANA DO SAMBA NOS DIÁLOGOS CRIATIVOS, seis dias seguidos de encontros-shows que repercorrerão a história do samba das suas origens até os anos 1970 alternando a apresentação de um renomado pesquisador de cultura popular brasileira, MÚCIO PROCÓPIO, com discotecagem e interpretações ao vivo de clássicos do gênero realizadas por músicos e bandas potiguares. Os encontros acontecerão DE QUARTA-FEIRA, 7, A SEGUNDA-FEIRA, 12 DE DEZEMBRO, todos os dias às 19:30 no Auditório da Livraria Siciliano, no terceiro piso do Midway Mall, com entrada gratuita.


   Por: Diálogos Criativos 
                                                                                   
   








  Aconteceu nesta quinta-feira, 8 de dezembro, o segundo encontro-show da SEMANA DO SAMBA NOS DIÁLOGOS CRIATIVOS, com o renomado pesquisador de cultura popular brasileiro MÚCIO PROCÓPIO traçando uma panorâmica das décadas de 1930 e 1940 - as mais ricas e efervescentes do gênero - e a interpretação ao vivo de clássicos daquelas épocas realizada pela excelente banda potiguar PRETO CHIQUE, que compartilhou com o público também uma belíssima música de sua autoria. Um encontro emocionante que envolveu todo o público presente que cantou todas as músicas junto ao grupo convidado.





terça-feira, 29 de novembro de 2011

Origens do Samba, Significado, História do Samba


O samba surgiu da mistura de estilos musicais de origem africana e brasileira. O samba é tocado com instrumentos de percussão, corda e sopro. O termo samba é de origem africana e tem seu significado ligado às danças típicas tribais do continente.As raízes do samba foram fincadas em solo brasileiro na época do Brasil Colonial, com a chegada da mão-de-obra escrava em nosso país.O primeiro samba gravado no Brasil foi  Pelo Telefone, no ano de 1917, cantado por Baiano. A letra deste samba foi escrita por Mauro de Almeida  e Donga .Tempos depois, o samba toma as ruas e espalha-se pelos carnavais do Brasil.Na década de 1930, as estações de rádio, em plena difusão pelo Brasil, passam a tocar os sambas para os lares.